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segunda-feira, 21 de março de 2016

INÍCIO DA CRIAÇÃO


Tudo começou com o resgate do "GATO"...

Era madrugada aqui em São Miguel dos Campos, Alagoas. Estávamos minha filha e eu acordadas. Foi quando ouvimos o miado dele. Samara logo apelou para o meu lado mais sensível: "_Ah! mãe... Deixa eu pegar o bichinho... Ele deve está com fome, com sede, com frio..."

Eu ainda relutei um pouco, porque meu esposo criava passarinho e sabia que ele não iria gostar nada da ideia de termos um gatinho em casa. Me vi entre a cruz e a espada!

Lembrei então da minha mãe... Fazia dessas coisas com ela também! Perdi a conta das vezes que cheguei em casa com filhotes de gatos e cachorros... E chorava bastante para ela  acolhe-los. Comigo, não poderia ser diferente! Afinal... Filha de peixe, peixinha é!!!(Risos)

Após resgatado, de banho tomado, alimentado e descansado, esse gatinho desabrochou! Meu esposo, quase teve um ataque, mas, acabou aceitando, desde que mantivéssemos o bichano longe dos passarinhos que ele criava. Apesar das aves serem bem tratadas, eu sempre fui contra a manter os bichinhos em gaiolas. Com o tempo, para a minha alegria, Edmilson decidiu acabar com esta criação. E o GATO passou a fazer parte da família por completo... 


Foi vacinado, vermifugado e castrado e tornou-se o xodó da família! Cresceu lindo e cheio de personalidade...

Fotos do "Gato" (este era o seu nome).


                       
Gato (Em memória)
                                       
Então, numa noite, o danadinho escapou e horas depois retornou cambaleando com uma das patas parecendo quebrada. Meu filho Saulo, foi quem o viu e foi me acordar. Era por volta de umas 2h da madrugada de um sábado. Percebi que ele cambaleava como quem não enxergasse, miava alto e ao examiná-lo, vi que as pupilas dos olhos estavam bastante dilatadas. Liguei para o veterinário, e ao descrever a situação para o mesmo, o meu prognóstico foi confirmado: Envenenamento.

Desesperada, acordei meu esposo aos prantos e juntos administramos com auxilio de uma seringa um pouco de leite na boca do bichinho com o intuito de provocar vômito. E não parava quieto de tanta dor. 


Liguei para o Hospital Veterinário Almir Tavares em Maceió, informei o ocorrido e avisei que estaríamos indo para lá, que eles ficassem de prontidão. São quase 62 km da minha casa para o Hospital, na duração de 1h, fizemos em uns 45 minutos, pois, na madrugada a estrada estava tranquila, para realizarmos o salvamento.



Assim que chegamos, Gato foi imediatamente atendido e na mesa de exames regojitou todo o leite, mas, com coloração escura! Foi medicado e ficou internado até às 16h30min daquele dia enfadonho. Graças a Deus, escapou! Mas, foi por pouco!!! O veterinário disse-me que, o que salvou ele na verdade, foi a rapidez do resgate e do atendimento, do contrário, ele não estaria com vida.



Revolto-me com a maldade destas pessoas que costumam envenenar os animais. Elas, podem até salvar-se das Leis dos homens, porque é falha! Mas, das Leis de Deus... Impossível escapar!!! O tal sujeito que costuma fazer esse tipo de crueldade, hoje, vive praticamente se arrastando, devido a ter sofrido 2 derrames. E, acredito que ainda não morreu, porque tem que pagar seus pecados. É a Lei do Retorno! Para àqueles que vivem maltratando os animais, deixo aqui o meu recado: DEUS VER TUDO!


Enfim, Gato se recuperou e ficou ainda mais apegado a nós. Porém, para tentar protege-lo do cretino que o envenenou aqui na cidade que moro, resolvemos deixa-lo com minha filha em Maceió. Então, em 2014, apesar dos nossos esforços para mante-lo preso, em uma das escapadas, não mais voltou. 

Na manhã seguinte ao desaparecimento, na busca, minha filha o encontrou na esquina de casa já sem vida... Envenenado! Escapou na primeira, mas, não da segunda...


                      

Hoje, só nos resta dele algumas fotos, videos e as muitas e boas lembranças!!! 
Saudades do menininho da vovó!!!

segunda-feira, 14 de março de 2016

ORIGEM DOS GATOS

Laysa (em memória)
                    
gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseirogato urbano ou gato doméstico, são animais da Família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como: roedorespássaroslagartixas e alguns insetos. 

Existem cerca de 250 raças de gato doméstico. Estes podem viver de quinze a vinte anos dependendo dos cuidados que recebam. 

Os gatos domésticos atuais são adaptações evolutivas dos gatos selvagens. Cruzamentos entre diferentes espécimes os tornaram menores e menos agressivos aos humanos. Os gatos foram domesticados primeiramente no Oriente Médio nas primeiras vilas agrícolas. Os sinais mais antigos de associação entre homens e gatos datam de 9.500 anos atrás. 

Quando as populações humanas deixaram de ser nômades, a vida das pessoas passou a depender substancialmente da agricultura. A produção e armazenamento de cereais, porém, acabou por atrair roedores. Foi nesse momento que os gatos vieram a fazer parte do cotidiano do ser humano. Por possuírem um forte instinto caçador, esses animais espontaneamente passaram a viver nas cidades e exerciam uma importante função na sociedade: eliminar os ratos e camundongos, que invadiam os silos de cereais e outros lugares onde eram armazenados os alimentos.